Um ano de cuidados e prevenção em Sergipe
O projeto ‘Saúde na Praça’, promovido pelo Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde), celebra seu primeiro aniversário neste mês de janeiro. Esta iniciativa tem se mostrado um espaço ideal para o monitoramento de sinais vitais, como pressão arterial e índice glicêmico, além de incentivar a promoção da saúde e do bem-estar. O projeto é realizado todas as quartas-feiras, a partir das 7h30, no pátio da sede do Ipesaúde, em Aracaju, e está aberto a beneficiários, colaboradores e ao público geral.
Segundo Priscila Kitawara, diretora de Promoção à Saúde do Instituto, a ideia de criar este projeto surgiu da necessidade de atuar de forma preventiva, indo além do tratamento de doenças. “O Saúde na Praça nasceu da nossa responsabilidade em promover o cuidado como um hábito diário. Percebemos a importância de oferecer um espaço semanal onde beneficiários e acompanhantes possam receber orientações de saúde e fortalecer o autocuidado. Escolhemos a praça dentro da nossa sede por ser um local de passagem, que agora se transformou em um ambiente de prevenção”, destacou Priscila.
Serviços oferecidos no projeto
No ‘Saúde na Praça’, os participantes têm acesso a uma gama de serviços, incluindo medição de glicemia e aferição de pressão arterial. Além disso, são oferecidas orientações sobre cuidados com a saúde e o controle de doenças crônicas. Para Isabely Passos, profissional de Educação Física responsável pelas atividades, a proposta é também incluir exercícios físicos leves que favoreçam a mobilidade e o bem-estar. “Trabalhamos com mobilidade, alongamento e exercícios respiratórios que são simples e acessíveis, mas que promovem uma grande melhoria na disposição e na qualidade de vida”, afirmou Isabely.
A meta do projeto vai além de uma checagem pontual da saúde; busca incentivar a adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento preventivo para detectar alterações metabólicas precocemente. Ao aproximar os serviços de saúde das dinâmicas diárias, o Ipesaúde procura minimizar os riscos associados a doenças como hipertensão e diabetes, promovendo um estilo de vida mais ativo e saudável.
A avaliação do primeiro ano do projeto é bastante positiva, e a equipe do Ipesaúde planeja dar continuidade à ação. “O Saúde na Praça já faz parte do nosso calendário semanal, enfatizando a importância da prevenção em nossa rotina. Temos visto um número crescente de participantes que reconhecem a eficácia do projeto, adotando melhores práticas no controle de doenças crônicas”, afirma Priscila Kitawara.
Experiências dos usuários
Géssica Kyara, enfermeira que integra a equipe de atendimento do projeto, relata que o acolhimento é fundamental. “Sempre conversamos com quem chega para verificar seu histórico de saúde, se já possui alguma condição crônica, e orientamos sobre a continuidade do monitoramento. Quanto à medição de glicemia, pedimos que a pessoa esteja em jejum por 8 a 12 horas, pois isso garante resultados mais precisos. Consideramos normais os índices entre 74 a 99; acima disso, é visto como elevado”, explicou.
Para Tainara Costa, que acompanhava sua mãe, beneficiária do Ipesaúde, a iniciativa representa uma conveniência importante para a comunidade. “Achei a ação muito boa, pois no nosso cotidiano não conseguimos realizar essas aferições com frequência. Recentemente, fiz um exame que indicou uma glicemia alta, e agora, ao verificar aqui, fiquei aliviada ao saber que está tudo normal”, comentou Tainara.
Em suma, o ‘Saúde na Praça’ tem se consolidado como uma importante ferramenta de promoção da saúde, oferecendo um espaço acessível e acolhedor para que as pessoas possam cuidar de sua saúde e bem-estar de maneira eficaz e contínua.
