Progressos na Saúde Pública em Minas Gerais
Minas Gerais finaliza 2025 apresentando avanços sólidos em sua saúde pública, resultado da atuação colaborativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Com investimentos que ultrapassam R$ 2 bilhões, as iniciativas estão voltadas para aumentar o acesso, aprimorar a prevenção e qualificar o atendimento em todas as regiões do estado.
O ano foi marcado por uma série de entregas que consolidaram políticas estruturantes, impactando diretamente a vida da população. Desde a promoção de um cuidado mais próximo até a expansão da capacidade hospitalar, os esforços também incluíram o fortalecimento da prevenção e do diagnóstico precoce.
Recentemente, durante um evento que celebrou a cobertura total do SAMU em Minas, o vice-governador Mateus Simões enfatizou a importância de se construir uma saúde pública a partir de uma rede organizada, com entregas palpáveis. “Em 2025, Minas avançou naquilo que realmente importa para a população, com uma atenção primária mais robusta, prevenção em alta e diagnósticos rápidos. Esse conjunto de ações melhora o atendimento e traz segurança a quem utiliza o SUS”, declarou.
A secretária de Estado Adjunta de Saúde, Poliana Cardoso, ressaltou que os resultados de 2025 refletem um trabalho contínuo de reorganização do sistema de saúde. “As entregas foram construídas passo a passo, fortalecendo a atenção básica, ampliando a prevenção e qualificando o atendimento, permitindo que as políticas públicas impactem a vida das pessoas de forma concreta”, comentou.
Atenção Primária Mais Próxima do Cidadão
O fortalecimento da atenção primária se destacou como uma das principais frentes de atuação em 2025. Entre 2019 e 2025, Minas Gerais contabilizou a revitalização de mais de 350 Unidades Básicas de Saúde (UBS), ampliando a capacidade de atendimento e solidificando a principal porta de entrada do SUS.
Grande parte dessas obras, que estavam paralisadas em gestões anteriores, foi retomada pelo governo atual, garantindo a continuidade dos investimentos e a ampliação da cobertura da atenção básica, principalmente em regiões que enfrentavam dificuldades assistenciais.
Além disso, a ampliação da teleconsultoria tem sido um marco significativo. Desde 2024, mais de 40 mil atendimentos foram realizados, o que ajuda a reduzir filas, agilizar diagnósticos e facilitar o acesso a especialistas, apresentando uma resolutividade de 83% dos casos atendidos na atenção primária e reforçando a organização da rede.
Vacinação e Prevenção Fortalecidas
Após a pandemia, a cobertura vacinal enfrentou desafios em todo o Brasil, mas em Minas, a prevenção voltou a ter destaque. Em 2025, foram aplicadas 16,4 milhões de doses de vacinas, estabelecendo um novo recorde no estado.
Esse resultado é fruto de investimentos superiores a R$ 105 milhões no Programa Mineiro de Imunizações e mais de R$ 100 milhões na aquisição de vacimóveis, que levaram a vacinação a diversas regiões, incluindo áreas de difícil acesso.
Investimentos em Hospitais e Cirurgias
Os investimentos na infraestrutura hospitalar também foram significativos em 2025, com R$ 1,57 bilhão alocados na área. Além disso, R$ 195 milhões foram destinados para a estruturação de hospitais, e R$ 470 milhões para cirurgias eletivas, que devem ultrapassar 1,1 milhão de procedimentos realizados no ano.
Dentre as realizações, destaca-se a conclusão do Hospital Regional de Teófilo Otoni, que ganhou mais de 420 novos leitos após um investimento de R$ 275 milhões. Para 2026, estão previstas novas entregas em hospitais regionais, aumentando a oferta de leitos e melhorando a assistência regionalizada.
Diagnóstico Precoce e Cuidado Amplificado
Minas Gerais também se destacou ao se tornar o primeiro estado do Brasil a realizar triagens em todas as doenças no teste do pezinho. Em 2025, mais de 205 mil recém-nascidos foram triados, com 272 diagnósticos confirmados, tudo isso impulsionado por um investimento de mais de R$ 64 milhões.
O programa Cuidar na Hora Certa ampliou o acesso ao diagnóstico precoce, com a implementação de testes moleculares para rastreamento de câncer do colo do útero e testes genéticos para identificação de risco de câncer de mama e ovário. Foram investidos ainda R$ 30,5 milhões no tratamento do câncer de mama e R$ 77 milhões na compra de mais de 60 mamógrafos, reforçando a rede de cuidados voltados às mulheres.
