Simpatias de Ano-Novo e o Preço da Romã
Com a chegada do Ano-Novo, muitos se voltam para as tradições que prometem atrair prosperidade e sorte. Neste contexto, a romã se destaca como um símbolo importante, especialmente para aqueles que acreditam nas simpatias que envolvem os Reis Magos. No Mercado Central de Belo Horizonte, o preço da romã varia bastante; dependendo do tamanho, a unidade pode custar entre R$ 20 e R$ 25. Já em supermercados da Zona Sul, o quilo chega a R$ 46,99. A tradição leva muitos a optarem por comprar uma única fruta, que é dividida entre familiares e amigos, fortalecendo os laços e compartilhando a esperança de um ano próspero.
Ao segurar a romã, a simpatia pede que se retirem nove sementes. Três delas devem ser apertadas contra o céu da boca e engolidas, enquanto outras três são guardadas em uma nota de real que fica na carteira, simbolizando a prosperidade. Curiosamente, há quem acredite que usar uma nota de dólar, por ser mais forte, traga ainda mais benefícios. Para encerrar o ritual, as últimas sementes devem ser lançadas para trás, enquanto se recita: “Belchior, Gaspar e Belchior/ trazei-me ouro, incenso e mirra/ em forma de saúde, paz e amor./ E não deixe meu dinheiro faltar.”
Romã na Culinária: Dicas da Chef Agnes Farkasvolgyi
A renomada chef Agnes Farkasvolgyi compartilha algumas dicas para aqueles que desejam ir além das tradições de Ano-Novo. “Eu gosto de usar romã sobre homus e coalhada seca. Ela também combina muito bem em saladas de grãos, no bacalhau ou com beterraba. Além disso, a romã é uma excelente adição a ceviches que incluam frutas em sua receita. No café da manhã, experimente no iogurte com granola. Também é possível preparar sucos ou reduções para xarope. A versatilidade da romã é impressionante”, recomenda Agnes, mostrando que essa fruta tem muito a oferecer na cozinha.
Atrações Culturais em Belo Horizonte
O público belo-horizontino tem se mostrado cada vez mais interessado nas mostras de artes visuais que acontecem na cidade. Os números são reveladores. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) se destacou ao atrair um grande número de visitantes, com a mostra “Fullgás” liderando as visitações, recebendo 205.392 pessoas. Seguiram na lista “Luz eterna” (148.732 visitantes), “Vetores vertentes” (144.432) e “Flávio Cerqueira – Um escultor de significados” (135.644). Esses números demonstram um apetite crescente por cultura e arte na capital mineira.
Outro espaço que tem atraído o público é o Palácio das Artes, onde a exposição do acervo do Grupo Giramundo recebeu 26.887 visitantes até meados de dezembro e continua em cartaz até fevereiro. As galerias Arlinda Corrêa Lima, Genesco Murta e Mari’Stella Tristão foram pontos de passagem para 23.346 espectadores nas mostras do 5º Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais. A exposição “D’água” também contou com a presença de 8.827 pessoas, enquanto “Presépios de Minas em mim”, na Galeria Arlinda Corrêa Lima, atraiu 2.332 visitantes.
Exposições em Destaque
Na Casa Fiat de Cultura, o ano de 2025 encerrou-se com mais de 415 mil visitantes, que puderam conferir exposições como “Natureza transformada”, “Em cada canto”, “Niki de Saint Phalle” e “Rembrandt”, que estreou em novembro e estará disponível até 25 de janeiro, com uma média de mil pessoas por dia. A diversidade cultural em Belo Horizonte reflete a riqueza artística da cidade.
No Centro Cultural Unimed-BH Minas e na galeria de arte do Minas 2, a programação de 2025 foi diversificada, com exposições individuais e coletivas, além de ações educativas. As mostras “Um grão de domingo”, de Cao Guimarães, atraíram 5.884 visitantes; “Contrapontos e contratempos”, de Marco Paulo Rolla, contou com 5.415; “Lavra, Márcio Sampaio: de todo, uma parte” recebeu 4.036 visitantes, e “Nepal”, de Antônio Dias, teve 3.649. Somando todas as exposições, o número total de visitantes ultrapassou 20 mil, considerando visitas mediadas, palestras e oficinas.
