Atendimento Ágil Garantiu Segurança aos Foliões
No último dia do Carnaval, o Parque Ibirapuera foi tomado por milhares de foliões que aproveitaram os shows dos blocos de Léo Santana e Pedro Sampaio. A Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), montou quatro postos médicos e disponibilizou ambulâncias para atender a população. Essa estrutura foi fundamental para garantir a segurança dos presentes.
A designer Giuliana Sbrana, de 40 anos, levou suas três filhas para a folia pela primeira vez. Uma de suas filhas sofreu uma queda de pressão devido ao calor intenso e foi prontamente atendida no posto médico situado na Rua Abílio Soares. “O atendimento foi perfeito. A equipe foi super rápida e solícita. Um funcionário da Prefeitura nos direcionou até o posto e o acesso foi bem fácil”, relatou.
O farmacêutico Yeo Jim Moon, de 31 anos, que também precisou do atendimento médico no bloco, destacou a eficiência do serviço. Ele se dirigiu ao posto localizado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) após sentir mal-estar, tontura e pressão baixa. “O atendimento foi muito bom e rápido. Já participei de outros blocos por aqui, mas esta foi a primeira vez que precisei de ajuda médica”, afirmou.
Outro caso de sucesso foi o do músico Gabriel Bernardes, de 25 anos, que estava trabalhando no trio elétrico. Ele enfrentou uma forte dor na perna, ocasionada por uma infecção bacteriana. “Ter um espaço que acolhe as pessoas é essencial. O médico e a enfermeira foram maravilhosos e muito simpáticos. Fui medicado e fizeram um curativo. Agora, posso voltar a trabalhar”, disse.
Confiança nos Serviços de Saúde
Mesmo aqueles que não necessitaram de atendimento relataram se sentir mais seguros ao se divertir. O casal Alzinete Sousa, podóloga de 38 anos, e Marcelo Oliveira, segurança de 47 anos, vieram de Aracaju para aproveitar o Carnaval em São Paulo pela segunda vez. “Sempre ouvimos muitos elogios sobre a saúde pública da cidade. Os postos médicos são uma garantia para que possamos aproveitar a folia com tranquilidade. No ano passado, fui muito bem atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na capital”, comentou Alzinete.
Os amigos holandeses Sjors Van Ravenzwaaij, engenheiro de dados de 27 anos, e Jonas Van Beem, gerente de e-commerce de 26 anos, também se mostraram surpresos com a estrutura de atendimento oferecida. Eles estavam estreando no Carnaval paulistano, depois de passarem pelas festividades em Salvador e no Rio de Janeiro. “É incrível ter atendimento médico gratuito em um evento tão grande, que reúne tanta gente”, disseram.
