Análise dos Riscos Hidrológicos e Geológicos
Nesta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, o cenário de riscos geo-hidrológicos no Brasil apresenta preocupações significativas. As previsões indicam que algumas regiões do país estão sob risco moderado de eventos relacionados à água e deslizamentos.
Risco Hidrológico
Na Região Sudeste, que abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, a possibilidade de enxurradas, extravasamento de canais urbanos e alagamentos é considerada moderada. Isso se aplica especialmente às Regiões Geográficas Intermediárias de Petrópolis, Volta Redonda/Barra Mansa e Rio de Janeiro (RJ); Sorocaba, São José dos Campos e São Paulo (SP), com ênfase para o litoral; Juiz de Fora (MG); e Colatina, Vitória e Cachoeiro do Itapemirim (ES).
A razão desse alerta deve-se à previsão de pancadas de chuva isoladas, cuja intensidade pode variar entre moderada a forte. Além disso, as regiões de Campos dos Goytacazes (RJ) e Belo Horizonte (MG) também estão em alerta, uma vez que acumulados de chuvas podem elevar os níveis hidrométricos nas bacias dos Rios Muriaé e das Velhas, respectivamente.
Risco Geológico
O cenário de risco geológico na Região Sudeste também é motivo de preocupação. Estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo enfrentam uma probabilidade moderada de eventos de movimento de massa, especialmente nas Regiões Geográficas Intermediárias de Teófilo Otoni, Governador Valadares, Belo Horizonte, Ipatinga, Juiz de Fora, Barbacena e Pouso Alegre (MG); bem como em Petrópolis, Rio de Janeiro e Volta Redonda – Barra Mansa (RJ); além de São José dos Campos e São Paulo (SP).
Essas áreas apresentam alta suscetibilidade a movimentos de massa, e as pancadas de chuva previstas — com intensidade moderada a forte, principalmente à tarde — podem deflagrar deslizamentos pontuais. A população local deve estar atenta e preparada para possíveis emergências.
As informações sobre o cenário de riscos geo-hidrológicos são cruciais para que as comunidades e as autoridades possam tomar decisões informadas. É fundamental que os moradores das áreas afetadas adotem medidas preventivas, como a limpeza de calhas e a verificação de drenagens.
Por fim, ressaltamos a importância da disseminação dessas informações, que podem ser acompanhadas em plataformas digitais e redes sociais, onde o Governo e instituições de meteorologia costumam divulgar atualizações sobre as condições climáticas e os riscos associados.
