Desafios Enfrentados pelo Cidadão em 2025
O ano de 2025 foi marcado por grandes desafios no cenário político brasileiro. O cidadão comum se viu refém das ações questionáveis do governo e do Supremo Tribunal Federal (STF). A aliança entre o Executivo e o Judiciário, sob a liderança de Lula, tornou-se evidente, com repercussões diretas sobre a vida dos brasileiros. A impressão é a de que um consórcio de interesses se formou, resultando em uma avalanche de notícias desfavoráveis.
Os aumentos de impostos tornaram-se uma constante na gestão de Lula. A média é alarmante: a cada 37 dias, um novo tributo é implementado, enquanto as promessas de cortes de gastos e reformas permanecem apenas no papel. Lula e seu ministro da Fazenda, Fernando Haddad, parecem mais preocupados em extrair recursos do bolso do povo do que em reestruturar um Estado sobrecarregado por privilégios e irregularidades. Um exemplo claro dessa postura foi a tentativa de aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que, apesar de barrado pela Câmara, teve um novo impulso quando Lula moveu o caso para o STF. O ministro Alexandre de Moraes, em sua função de mediador, decidiu favorecer o governo, deixando os cidadãos com a conta para pagar.
O Impacto da Gestão Lula sobre Estatais
Outro ponto sensível na gestão de Lula é a administração dos Correios. A entrega dessa importante estatal a um grupo de advogados, conhecido como Prerrogativas, gerou preocupação. A gestão, marcada por ineficiências, fez com que a estatal enfrentasse dificuldades financeiras, a ponto de não conseguir arcar com o 13º salário de seus funcionários. Para contornar essa situação, Lula optou por buscar empréstimos junto a grandes bancos, uma prática comum nos governos petistas. Isso resultou em um aumento significativo da dívida pública, refletindo na elevação das taxas de juros, já que o custo do dinheiro se torna proporcional aos gastos excessivos do governo.
Ademais, a liberdade de expressão também foi ameaçada em 2025. O que se viu foi uma série de ataques às garantias constitucionais, com destaque para a discussão em torno do artigo 19 do Marco Civil da Internet. O voto do relator Dias Toffoli, que considerou o artigo inconstitucional, visou, segundo críticos, perseguir usuários de redes sociais. Paralelamente, foram reveladas denúncias de Eduardo Tagliaferro, ex-servidor do TSE, que expuseram métodos de perseguição a manifestantes de direita sob a gestão de Moraes. O clima de insegurança e censura se espalhou, gerando apreensão entre a população.
A Atuação de Alexandre de Moraes e os Julgamentos
A atuação de Alexandre de Moraes merece um capítulo à parte. O julgamento dos manifestantes que participaram dos atos de 8 de janeiro foi considerado por muitos como um dos episódios mais autoritários da história recente. Crimes de menor potencial foram transformados em tentativas de golpe segundo a interpretação de Moraes, resultando em penas severas para muitos inocentes. Além disso, a imprensa trouxe à tona possíveis conflitos de interesse envolvendo a esposa do ministro e o Banco Master, sem que Moraes oferecesse esclarecimentos sobre os supostos vínculos.
O Papel do Partido Novo em Meio a Crises
Frente a essa conjuntura conturbada, o Partido Novo se destacou ao levantar bandeiras contra a corrupção e a ineficiência na administração pública. O partido, por meio de seus parlamentares, apresentou pedidos de investigação e comprovou a relação entre sindicatos e fraudes no INSS, promovendo a responsabilização dos envolvidos. O trabalho em prol dos aposentados é uma das prioridades do NOVO, que busca a transparência em um momento em que escândalos se tornam cada vez mais frequentes.
Em agosto, o NOVO lançou uma pré-candidatura à presidência de 2026, colocando em pauta o nome do governador Romeu Zema. Zema, reconhecido por ter recuperado a economia de Minas Gerais, obteve grande aprovação popular e promete trazer essa experiência para o cenário nacional, contribuindo na luta contra a corrupção e a ineficiência.
Olhar para o Futuro
Apesar das dificuldades enfrentadas em 2025, há motivos para otimismo. A atuação sólida do Partido Novo em diversas esferas do Brasil mostra que a mudança é possível. A bancada do partido se posicionou contra o afrouxamento da Lei da Ficha Limpa e se manifestou contrária a qualquer aumento de impostos. Além disso, defendeu anistias e emendas que endurecem penas para crimes hediondos, demonstrando um compromisso firme com a justiça e a responsabilidade fiscal.
