Análise dos Riscos Geo-Hidrológicos
Na madrugada desta quinta-feira, dia 12 de fevereiro de 2026, a previsão de riscos geo-hidrológicos em várias regiões do Brasil foi atualizada, destacando a necessidade de atenção redobrada devido às condições climáticas adversas.
O primeiro aspecto a ser considerado é o risco hidrológico. Na Região Norte, especialmente no estado do Amazonas, a possibilidade de inundação gradual em áreas ribeirinhas é classificada como MODERADA. Isso se deve ao extravasamento de rios e igarapés nas regiões intermediárias de Lábrea e Tefé, impactados pela propagação das ondas de cheia que afetam tanto os rios principais quanto seus afluentes. Além disso, há previsão de pancadas de chuva localizadas nos próximos dias, que podem intensificar a situação.
Na Região Nordeste, os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia também enfrentam um cenário de risco hidrológico considerado MODERADO. A previsão de chuvas isoladas, de intensidade moderada, pode desencadear enxurradas, extravasamento de canais e alagamentos em áreas com drenagem deficiente, especialmente nas regiões intermediárias de Natal, João Pessoa e Recife. Na Bahia, os municípios que estão às margens do rio São Francisco e seus afluentes, na região de Guanambi, também devem estar alertas devido à possibilidade de continuidade do processo de inundação.
Quanto ao Sudeste, a situação é semelhante, com a possibilidade de enxurradas e alagamentos na Região Geográfica Intermediária de São Paulo, incluindo cidades como São José dos Campos. O cenário é classificado como MODERADO devido à previsão de chuvas isoladas que podem resultar em altos índices de precipitação. Além disso, é preciso estar atento aos municípios de Montes Claros (MG), Juiz de Fora (MG), Campos dos Goytacazes (RJ) e São José dos Campos (SP), que também podem sofrer com o extravasamento dos rios que margeiam suas regiões.
Risco Geológico e Condições do Solo
Já em relação ao risco geológico, a previsão meteorológica e os dados de precipitação dos últimos dias indicam que não há um cenário significativo de risco relacionado a movimentos de massa. Essa análise é crucial, pois garante que, embora a chuva possa causar alagamentos, as condições do solo não apresentam sinais alarmantes de deslizamentos em áreas mais críticas.
Portanto, as autoridades de defesa civil e os moradores das regiões afetadas devem permanecer vigilantes e preparados para possíveis mudanças nas condições climáticas, que podem alterar rapidamente o cenário atual. É essencial que todos estejam informados e adotem medidas de segurança em caso de emergências. O acompanhamento das previsões meteorológicas e o cumprimento das orientações dos órgãos competentes garantirão uma resposta mais eficaz às situações de risco.
