Imagens Reveladoras do Acidente Aéreo
Imagens enviadas à CNN Brasil pela rádio Itatiaia mostram a decolagem do avião de pequeno porte que caiu e colidiu com um prédio em Belo Horizonte (MG). O acidente, que resultou na morte de três pessoas, ocorreu na tarde desta segunda-feira, 4 de setembro, e chocou a população.
A aeronave, que decolou do aeroporto em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, fez uma parada em Belo Horizonte antes de seguir em direção ao Aeroporto Campo de Marte, na zona Norte de São Paulo. A decolagem aconteceu às 12h16, e a queda foi registrada aproximadamente quatro minutos depois, por volta das 12h20.
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Entre as vítimas fatais estão o piloto Wellington de Oliveira Pereira, o empresário Leonardo Berganholi Martins e o médico veterinário Fernando Moreira Souto. Outros dois passageiros que estavam no voo foram internados e, felizmente, encontram-se estáveis no Hospital João XXIII.
O acidente ocorreu quando a aeronave colidiu com um prédio de três andares situado na Rua Ilacir Pereira Lima. O impacto causou um buraco na edificação antes de a aeronave despencar no estacionamento, em frente a um supermercado local.
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) expressou seu pesar pelas mortes em nota oficial. Por outro lado, a FAB (Força Aérea Brasileira), através do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), informou que enviou investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), com sede no Rio de Janeiro, para auxiliar nas investigações sobre o ocorrido em Belo Horizonte.
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Em contato com a CNN Brasil, a Polícia Civil de Minas Gerais revelou que está investigando as causas e circunstâncias que levaram à queda do avião. A aeronave, identificada pela matrícula PT-EYT, permaneceu no ar por cerca de cinco minutos após a decolagem e era propriedade de Fernando, seu ex-dono, que havia realizado a venda recentemente e estava em processo de transferência na Anac.
Irregularidades no Voo
É importante ressaltar que a aeronave envolvida no acidente não possuía autorização para operar como táxi aéreo. Essa informação foi confirmada por meio de consultas feitas pela CNN Brasil à Anac. O avião não tinha permissão para operações comerciais sob a normativa RBAC nº 135, que regula os serviços de táxi aéreo, nem sob a RBAC nº 121, que abrange operações regulares de transporte aéreo.
A situação levanta questões sobre a segurança na aviação civil e a necessidade de monitoramento rigoroso das operações aéreas. O que se sabe até agora é que as autoridades estão trabalhando incansavelmente para esclarecer todos os detalhes desse trágico incidente. As investigações devem continuar nos próximos dias, com foco nas causas que levaram a essa tragédia.
