A Conexão entre Cultura e Natureza no Vale do Urucuia
No encantador Vale do Urucuia, no noroeste de Minas Gerais, a cultura emerge da rica terra do Cerrado, enraizada nos saberes ancestrais e na medicina tradicional do seu povo. Foi nesse cenário vibrante que João Carlos Freitas da Silva, mais conhecido como JoCa Milucanô, se deparou pela primeira vez com o que viria a ser um divisor de águas em sua vida.
Com apenas 12 anos, JoCa chegou ao Ponto de Cultura Sagarana, localizado no distrito de Arinos, durante uma visita escolar. O que parecia ser apenas mais uma atividade acadêmica se transformou em uma experiência marcante. Ali, entre oficinas, ferramentas e matérias-primas oriundas do Cerrado, o jovem teve seu primeiro contato com um mundo onde arte, natureza e tradições se entrelaçam de forma singular.
Leia também: Audiência Pública: Debate sobre a Política Estadual de Cultura Viva
Leia também: Aumento do Preço do Gás de Cozinha em Minas Gerais: Botijão Chega a R$ 125 na Capital
“Fiquei fascinado com o que meu mestre de marcenaria fazia, o cuidado e a relação com o Cerrado, além do profundo respeito à natureza”, recorda JoCa, com brilho nos olhos.
Leia também: Privatização da Copasa: Estado de Minas Gerais Envia Manual para Investidores
Leia também: Desburocratização Potencializa Pequenos Negócios em Minas Gerais
Mais do que ser um mero espectador, ele se sentiu parte daquele espaço. A cada peça que criava e a cada história que ouvia, sua conexão com o território e com os saberes ali preservados foi se intensificando. O Ponto de Cultura Sagarana, que visa fortalecer a cultura sertaneja na região do Vale do Rio Urucuia, foi se tornando uma peça fundamental na sua formação, tanto artística quanto humana.
