Rodrigo Pacheco: De Porto Velho a Brasília
Rodrigo Otávio Soares Pacheco, nascido em 3 de novembro de 1976, na cidade de Porto Velho, Rondônia, é atualmente um dos senadores mais proeminentes de Minas Gerais, filiado ao PSB (Partido Socialista Brasileiro). Desde cedo, Pacheco fez de Minas seu lar, tendo sido criado em Passos, uma cidade no Sul do estado, antes de se mudar para Belo Horizonte, onde deu continuidade aos seus estudos. A partir de 2016, com a migração de sua carreira política, estabeleceu-se em Brasília, onde se tornou uma figura influente na política nacional.
Possível Pré-candidatura ao Governo de Minas Gerais
Atualmente, Rodrigo Pacheco é considerado um forte Pré-candidato ao governo de Minas Gerais. A expectativa é de que sua pré-candidatura seja formalizada até o final de maio, o que deve intensificar sua participação nas discussões políticas locais e estaduais.
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Uma Carreira Jurídica Sólida
Formado em Direito pela PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), Pacheco também possui especialização em direito penal econômico internacional pelo IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Econômicas Criminais). Antes de adentrar na esfera política, ele construiu uma carreira respeitável no meio jurídico, começando em 2002 como advogado criminalista, onde atuou como sócio do escritório Mauricio Campos e Pacheco Sociedade de Advogados.
Além disso, Pacheco foi conselheiro seccional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Minas Gerais de 2007 a 2012 e, posteriormente, conselheiro federal da OAB entre 2013 e 2015. Sua experiência no campo jurídico também incluiu função no Conselho de Criminologia do Instituto de Criminologia e Política Criminal de Minas Gerais de 2007 a 2010 e auditor no Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de Minas Gerais de 2011 a 2014.
Início na Política
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A carreira política de Rodrigo Pacheco teve seu início em 2014, quando foi eleito deputado federal pelo PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro, hoje MDB), recebendo 92.743 votos. Durante seu primeiro ano de mandato, ele se destacou ao ser autor ou co-autor de 42 propostas legislativas e relatar 13 projetos em plenário.
Em 2016, ele tentou um assento na prefeitura de Belo Horizonte, mas terminou em terceiro lugar, com pouco mais de 118 mil votos. Após a eleição, retornou à sua função como deputado federal até o término de seu mandato.
Contribuições na Câmara dos Deputados
Como deputado, Pacheco ocupou a presidência da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania nos anos de 2017 e 2018. Sua atuação foi marcada por posicionamentos a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, da proposta de Emenda à Constituição que instituiu o Teto de Gastos e da Reforma Trabalhista. Ele optou por se abster em relação à denúncia contra o então presidente Michel Temer.
Ascensão ao Senado
Após seu período na Câmara, Rodrigo Pacheco foi eleito senador pelo Democratas representando Minas Gerais, obtendo mais de 3 milhões de votos. No mesmo ano, chegou a ser pré-candidato ao governo do estado, mas optou por desistir da disputa em agosto.
Em 2021, Pacheco foi eleito presidente do Senado e reeleito em 2023. Durante seu primeiro ano como presidente, instaurou a CPI da Covid, uma comissão crucial para investigar as ações do governo federal durante a pandemia de coronavírus, que teve grande impacto no Brasil entre 2020 e 2021. Além disso, em 2021, trocou sua filiação para o PSD (Partido Social Democrata). Na casa legislativa, Pacheco atuou como titular em cerca de 12 comissões e participou de 20 missões internacionais.
