Minas Gerais mantém protagonismo no franchising brasileiro
Belo Horizonte e Uberlândia continuam a exercer papel fundamental no franchising nacional, conforme revela o último “Ranking das 30 Cidades do Franchising Brasileiro em Faturamento”, divulgado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). Juntas, as duas cidades movimentaram mais de R$ 3,5 bilhões no primeiro semestre de 2026, consolidando sua força no setor.
Na capital mineira, o faturamento chegou a R$ 2,699 bilhões no período, representando alta de 7% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior, quando o valor foi de R$ 2,51 bilhões. Essa variação positiva posiciona Belo Horizonte na 27ª colocação entre as cidades de maior crescimento e a coloca entre os cinco maiores mercados do franchising no país, superando importantes capitais como Porto Alegre, Salvador, Recife e Curitiba.
Uberlândia cresce e reforça seu papel econômico no Triângulo Mineiro
Uberlândia, centro econômico relevante do Triângulo Mineiro, com forte presença no agronegócio e na logística, destaca-se ao alcançar a 23ª posição no ranking nacional de crescimento. O município registrou aumento de 9% no faturamento do franchising, passando de R$ 802,8 milhões no primeiro semestre de 2025 para R$ 871,4 milhões no mesmo período de 2026.
Esse desempenho reforça a importância da cidade para o setor, consolidando seu papel como polo dinâmico e estratégico para o desenvolvimento do franchising na região.
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Fonte: belzontenews.com.br
Panorama nacional do franchising e liderança das cidades do interior
O levantamento da ABF aponta que o crescimento do franchising no Brasil está concentrado em cidades ligadas ao agronegócio e polos do interior paulista. Campo Grande (MS) lidera o ranking com crescimento de 21% no faturamento, seguida por Cuiabá (MT) com 14% e São José do Rio Preto (SP) com 13%.
O faturamento total das 30 maiores cidades do franchising no país atingiu R$ 64 bilhões no primeiro semestre de 2026, representando crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Força econômica de Minas Gerais no setor de franquias
A relevância de Belo Horizonte e Uberlândia no ranking da ABF reflete a estrutura sólida do mercado mineiro, impulsionado pela estabilidade no consumo de itens essenciais, a forte presença nos setores de alimentação e saúde, além do dinamismo dos serviços.
Na análise de Rafael Corte, CEO do JAH Açaí, Sorvetes e Picolés, o crescimento de Belo Horizonte no franchising decorre da combinação de fatores como sua posição como polo comercial e de serviços, a influência metropolitana e a cultura empreendedora ligada à gastronomia, reconhecida pela Unesco. Segundo ele, isso cria um ambiente propício para marcas que oferecem qualidade, conveniência e experiência, além do suporte estruturado para os empreendedores.
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Fonte: soudejuazeiro.com.br
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Ranking detalhado das cidades mineiras e seu impacto econômico
Uberlândia ocupa a 23ª posição no ranking, com faturamento de R$ 871,4 milhões, enquanto Belo Horizonte está na 27ª posição, com R$ 2,699 bilhões. Juntas, as cidades movimentaram mais de R$ 3,5 bilhões no primeiro semestre de 2026, confirmando a força regional no franchising.
Minas Gerais soma mais de R$ 26 bilhões em faturamento de franquias em 2025, com alta de 10,2%, segundo dados da ABF. Fábio Rocha, sócio-fundador da La Bolaria, destaca a diversidade dos polos regionais mineiros e a adaptação dos formatos de franquias aos perfis de consumo locais. Ele ressalta que o sucesso da expansão depende da saúde financeira das lojas, garantindo resultados para franqueados e valor para os clientes a longo prazo.
Desempenho das principais cidades no franchising brasileiro
Além de Minas Gerais, o ranking mostra que São Paulo lidera em faturamento absoluto, com R$ 16,95 bilhões, seguida por Rio de Janeiro e Brasília, com R$ 7,39 bilhões e R$ 3,32 bilhões, respectivamente. No crescimento percentual, cidades do interior ganham destaque, refletindo a expansão do franchising para além dos grandes centros.
O mercado de franquias demonstra resiliência e capacidade de adaptação, com foco em setores essenciais e em inovação para atender a diferentes demandas regionais, consolidando-se como importante motor da economia brasileira.
