Uberlândia lidera redução da abstenção no segundo turno
A taxa de abstenção eleitoral apresentou queda expressiva no segundo turno das eleições presidenciais de 2026 em Uberlândia, Minas Gerais e no Brasil. No confronto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado no domingo (25), o retorno às urnas de eleitores que haviam se ausentado no primeiro turno foi evidente.
Em Uberlândia, a diminuição do número de abstenções chegou a 13.803 eleitores. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, 110.517 pessoas não votaram, o que correspondia a 20,46% do eleitorado apto. Já no segundo turno, esse número caiu para 96.714 abstenções, equivalendo a 17,91%.
Essa mudança representa uma queda de 2,55 pontos percentuais na taxa de abstenção, acompanhada por um aumento no comparecimento: de 429.516 eleitores no primeiro turno para 443.275 no segundo, um acréscimo de 13.759 votantes.
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Comparativo com Minas Gerais e Brasil
O cenário em Minas Gerais seguiu tendência similar. No primeiro turno, 3.735.098 eleitores deixaram de votar, representando 22,81% do eleitorado. No segundo turno, a abstenção caiu para 3.327.941 eleitores, ou 20,33%. Essa redução de 2,48 pontos percentuais corresponde a 407.157 abstenções a menos. O total de votantes subiu de 12.637.274 para 13.044.203, um aumento de 406.929 pessoas.
O Brasil também registrou queda na abstenção. No primeiro turno, 33.469.244 eleitores não compareceram, o que equivalia a 21,08% do eleitorado. No segundo turno, esse número diminuiu para 30.509.005, representando 19,22%. A redução foi de 2.960.239 eleitores, ou 1,86 ponto percentual. O comparecimento nacional passou de 125.275.835 para 128.236.074 eleitores.
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Impactos e próximos passos
Os dados evidenciam que Uberlândia teve uma das maiores quedas na taxa de abstenção do país, superando proporcionalmente os índices estaduais e nacionais. Esse resultado pode influenciar análises sobre o comportamento eleitoral local e sua representatividade no cenário político mineiro e nacional. O próximo movimento institucional esperado é a análise detalhada dos resultados para avaliar efeitos na próxima gestão e possíveis impactos nas políticas públicas regionais.
