Primeiro caso de mpox confirmado em Confins
A Prefeitura de Confins, localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte, confirmou no sábado, 31 de outubro, o primeiro diagnóstico de mpox no município. A Secretaria Municipal de Saúde não divulgou detalhes sobre o paciente, incluindo seu estado de saúde.
Panorama da mpox em Minas Gerais em 2026
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), o estado registrou 33 casos de mpox neste ano. Esse número é significativamente menor em comparação ao pico de 610 casos verificado em 2022, que marcou o maior registro desde o início da série histórica.
A evolução dos casos em Minas Gerais mostra uma queda consistente após 2022, com um aumento em 2025 e nova redução em 2026. Apesar disso, a SES-MG alerta que o vírus ainda circula, classificando o cenário atual como de casos esporádicos e controlados, sem indicar surto.
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Perfil dos casos e características do vírus
A maioria dos casos confirmados atingiu homens e pessoas entre 15 e 34 anos. A variante presente em Minas Gerais é o clado II, subclado IIb, que foi responsável pelo surto global iniciado em 2022.
O aumento de casos não é exclusivo de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, os registros cresceram sete vezes em dois meses, conforme dados mais recentes do estado.
Sintomas e transmissão da mpox
Os sintomas principais incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios, inchaço dos gânglios linfáticos, fraqueza e lesões na pele que podem se manifestar como manchas, bolhas ou feridas no rosto, mãos, pés, boca e nas regiões genital e anal.
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A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões, secreções ou fluidos corporais de pessoas infectadas, além do contato com objetos contaminados, como roupas e roupas de cama.
Orientações para a população
As autoridades de saúde recomendam que pessoas com sintomas suspeitos busquem atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e informem se tiveram contato com alguém diagnosticado ou com suspeita da doença. A SES-MG reforça que mantém monitoramento constante do cenário epidemiológico para garantir o controle da situação no estado.
